O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER? Diz aí Gi…

Quem me acompanha pelo instagram pode ver que, vez por outra, eu coloco alguns “pensamentos” por lá. Algo do tipo #ProntoFalei ou #SeçãoDesabafo ou mesmo #DizaíGi … #TáBomEuDigo

Deve ser a idade me fazendo “vomitar” minha opiniões assim em plena redes sociais… hahahahahah

E, refletindo sobre isso, com a idade vem um monte de pensamentos, inclusive o que vai ser tema desse post.

Quem nunca foi questionado com a frase “O que você quer ser quando crescer?”

Eu não escapei, claro. Mas, o mais interessante ao relembrar sobre esse tema é perceber que quis ser um monte de coisas, menos o que sou hoje… rsrsrsrs. Devo ser mesmo uma pessoa volúvel… kkkkkkk

Na verdade, muitos não sabem, mas junto com minha cunhada, a Coach Viviane Rissi, faço o @MinutoDoCoaching no instagram e super me identifico com essa área, gosto do que leio nesse nicho e acabo refletindo muito sobre muitos temas.

Não cheguei nem na metade do post e já concluo que sou uma pessoa que reflete demais… rsrsrsrsr.



Voltando ao tema, compartilho aqui o que sempre quis ser:

  • Meu primeiro sonho de criança era ser veterinária: dá pra perceber que minha paixão por animais vem desde pequena não é? Minha casa sempre teve muito bicho – cachorros, gatos, marrecos, pássaros, “soin”(macaco), papagaio e por aí vai. Meu pai era funcionário da antiga SUDENE e a cada visita técnica às fazendas no interior do Ceará ele chegava com um novo integrante para a família, só que eram um pouco exóticos para pets como carneiro, peru, galinhas, etc. Meu pai também tinha curso de técnico de veterinária e foi ele quem me disse que ser veterinário era mais que beijar, abraçar e dar comidinhas pro bichos. Ele “acabou” com meu sonho de ser “doutora dos bichos” quando me explicou que era mais que isso, que teria que ver sangue, feridas e quem sabe até fazer cirurgias…kkkkk… Desisti na hora.

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  • Pulei imediatamente pra ser professora. Aproveitei uma lousa nova que minha mãe comprou pra me incentivar a estudar mais (é, eu dei trabalho) e achava que ia ser uma super professora. Mas depois desisti, nem sei o porquê. Talvez já fosse volúvel desde criança.
  • Fiz meu vestibular por exclusão, mas pra resumir já quis informática, administração, contabilidade e acabei fazendo economia. Me arrependi? Não. Só acho uma pena que o curso começou a ficar mais massa somente no final. Na minha época (não sei hoje), os primeiros semestres eram muito sacais e eu buscava algo mais prático, atual. Enfim, nunca atuei como economista de fato. Estagiei como operadora de telemarketing e dei graças a Deus já que estágios na minha área só tinham em Bancos e vagas eram super raras.
  • Formada, pensei em mestrado. Mas vi que não era pra mim. Até fui fazer a prova, mas desisti no meio dela e fui embora. Fui estudar pra ser Analista ou Auditora de alguma coisa. Virei concurseira. Nessa época até me dediquei porque queria a vida dos Analistas e Auditores com seus altos salários e baixas cargas de horários. Mas a dedicação a longo prazo e a necessidade de ganhar meu dinheiro logo me mandaram pra outro caminho.
  • Arranjei 2 empregos e foram 2 empregos muito diferentes um do outro, mas tão incríveis que falar deles e os ter em meu currículo de vida só me orgulha. Fui contratada por uma terceirizada do INCRA e 2 dias por semana eu ficava em um Assentamento de Sem Terras que tinham sido assentados (claro, né? rsrsrs). Lá, eu e um técnico fazíamos os PDAs (Planos de Desenvolvimento Agrário). Era tão cansativo, tão desafiador (essa história é bem longa), mas eu amei tanto fazer. O outro emprego era na creche da minha “futura sogra”. Olha que louco. Trabalhei na creche escola da minha sogra quando eu ainda nem conhecia meu marido. Lá eu ensinava inglês para crianças de 4 a 13 anos. Amava esse contato. Foi uma época muito prazerosa.

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  • Saí desses 2 empregos pra trabalhar com política. Trabalhei na campanha de um Governador aqui do Ceará (CID Gomes) secretariando o futuro Vice-Governador (Professor Pinheiro). Daí fiquei os 2 mandatos imersa no mundo dos políticos, empresários, sindicatos, federações. Foi também uma época muito feliz em minha vida. Conheci muita gente, fiz amizades pra vida inteira e ganhei uma experiência ímpar.


E hoje, o que você é Gi?

Ele não gosta, mas costumo dizer que sou funcionária do meu marido. Comecei a “entrar” nesse mundo do Marketing Digital o acompanhando em eventos, palestras e congresso. Quando vi tava gamada na área, que na época ninguém entendia direito do que se tratava. Deixei o Governo do Estado pra trabalhar com o MKT Digital e hoje esse é o meu mundo.

Esse papo todo pra dizer que nem todo mundo sabe o que quer ser quando crescer e que por isso muita gente tem os empregos errados, mas a necessidade faz a gente se agarrar em algo que mantenha nosso sustento.

Eu sempre digo, admiro que nasce com uma vocação e tem a consciência disso. Existem as pessoas que são médicos porque sempre sonharam em ser, que são professores porque sempre quiseram ser, que são advogados porque sempre se imaginaram sendo um e todas essas são felizes atuando em suas profissões e não se imaginam sendo outra coisa. Eu admiro pessoas assim. Eu não sou uma dessas. Sou daquelas que vão se descobrindo. Mas o que é, de fato, certo é que você trabalha melhor naquilo que ama e hoje, amo o que faço, se deixar de amar, busco outra coisa.

Se descobrir profissionalmente não é tão fácil pra muitos, é preciso de ajuda. Fazer o @MinutodoCoaching me abre muito a cabeça para o tema “fazer o que ama”. Além disso, há livros, palestras, cursos e profissionais que podem ajudar a gente nesse quesito.

Se o que você quis ser quando crescer já não é mais o que você quer ser, mude. NUNCA é tarde. Não importa a sua idade. Sempre há tempo pra gente ser feliz na nossa profissão, na nossa vida.

Ok?

Fico porque aqui porque hoje escrevi demais…Beijos

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