Hotel em Roma – A Minha Dica é…

De Portugal para Itália.

Agora, é só lazer e nada de trabalho.

Já falei no post passado o porquê da Itália, né? Então, vou começar a esmiuçar os nossos 5 dias nesse país. Vários posts com muitas dicas, cada um.

Chegando em Roma via TAP

Antes, deixe-me contar um detalhe do voo Lisboa/Roma.

Foi um voo super tranquilo, 3 horinhas regradas a uma ótima refeição, um vinho legal, a companhia do meu marido e um bate papo muito alto astral com uma angolana que ia ao meu lado e que já era sua 2a vez em Roma.

O diferencial está na hora do pouso, todos batem palmas. Eu, ingênua, achei que era meio que um tipo de “parabéns pelo ótimo voo sr. Piloto”.  Não era por isso que as palmas aconteceram não.

A minha vizinha de cadeira explicou que isso acontece sempre; que o italianos, em especial os Romanos, batem palmas porque sentem orgulho em estar em solo Romano e por isso saúdam a cidade assim toda vez que o avião toca  solo.

Olha, não sei se é verdade esse história, mas achamos o máximo e, mesmo que não sabe dessa história (como eu não sabia), bate palmas do mesmo jeito.

Transfer Aeroporto – Hotel

A partir daqui, tive toda a consultoria da minha amiga Lia que mora em Napoli, mas já morou em Roma durante muito tempo.

Chegamos em Roma mais ou menos umas 23:30 pelo aeroporto de Fiumicino e ela, a Lia,  nos orientou a pegarmos um shuttle, já que o aeroporto é bem longe (bem longe mesmo) do centro da cidade. Nesse caso, pela distância e pelo horário, o taxi iria sair bem caro.

Comprei nossos tickets antecipadamente pelo site da empresa e na hora só fiz mostrar ao motorista e deu tudo certo.

*Pagamos 12 euros para nós 2.

Sentimos um pouco de dificuldade para achar o ônibus, porque como já era tarde, o aeroporto estava completamente fechado. Praticamente só tínhamos os motoristas de taxis para pedir informações e eles não eram muito simpáticos quando dizíamos que estávamos procurando um ônibus ao invés de pegar o taxi deles.

Foi, mais ou menos, uma hora de viagem até chegar próximo ao nosso hotel.

Nossa “parada” ficava há uns 2 quarteirões do hotel. Os quarteirões de Roma são enormes, mas super seguros (pelo menos aonde estávamos hospedados) então andar carregando 2 malas foi, no mínimo, divertido.

Hotel em Roma – Onde Ficar

Mais uma vez, minha amiga Lia nos salvando nessa viagem. São muitas opções de hospedagem em Roma, mas até pra mim que estou acostumada a fazer reserva (sempre faço pelo Booking) achei confuso no quesito “qual um bairro legal e que não seja caro”. Aliás, caro era a palavra da vez. Estávamos em pleno verão europeu, então tudo era caro mesmo.

Lia me mandou umas opções de hotéis “mais em conta”, bacanas e bem localizados. O escolhido foi o Iulia Luxury Guest House.

Foi a nossa primeira vez num típico “hotel boutique” europeu. Achei o máximo!!!!

Tudo muito diferente do que costumo me hospedar e alguns detalhes me chamaram a atenção.

Na entrada, não há placa de identificação.

É um prédio histórico, como tudo por ali, que mistura residência, comércio e hotelaria (aliás, isso é só o que se vê por lá).

Você toca a campanhia e o responsável pelo hotel abre (lá de cima) a porta pra você.

*No nosso caso, pegamos a “garapa” de um casal que estava chegando da balada e nos orientou nessa chegada.

O elevador é mais antigo que Roma (piadinha básica), mas chega no destino mesmo que a gente ache que nunca vai chegar…hahaha.

*Descobrimos mais tarde que esse tipo de elevador é super comum por lá. #medo

Não tem aquelas recepções de hotel, é tudo reduzido.

Fomos recepcionados por um indiano (com aquele sotaque inglês do filme “As Aventuras de PI”) que nos deu todas as orientações e como funcionava aquele tipo de hospedagem. Mas o principal mesmo foi ele ter aliviado nossa fome, mesmo não fazendo parte do serviço dele naquele horário.

O Yousef (Indiano) era tudo: porteiro, recepcionista, cozinheiro e camareiro.

Era hotel de 1 pessoa só.

São poucos quartos (acho que 5), cada um com tamanhos e decorações diferentes.

Nosso quarto

O tamanho era muito bom. Nada de extremo luxo e espaços enormes, mas tudo muito bem decorado e aconchegante, além de  wi-fi gratuita né?! Mesa e cadeira do estilo escritório com caneta e bloquinhos para anotações, frigobar com água, cerveja e espumante e cafeteira/chaleira com sachês estavam disponíveis.

Na época, mostrei tudo no meu snapchat (dizaigi).

Café da Manhã no Quarto

O café da manhã era servido no quarto, pelo Yousef

O horário a ser servido era colocado, pelo hóspede, na lousa. Ou seja, era você que escolhia a hora em que o Yousef bateria à sua porta com seu café, anotando na lousa.

O que é servido no café, é escolhido por você. O cardápio é em formato de check list onde você escolhe o que vai comer.

*O cardápio era em italiano (obrigada ao google tradutor).

Quanto custou a hospedagem?

Pagamos 70 euros a diária, o que não é barato se formos converter pro real. Mas foi um ótimo custo benefício comparando com outros hotéis que achamos disponíveis na época.

O Iulia está no booking e vale a pena pesquisar o valor atual dele caso esteja indo para Roma.

Fico por aqui, porque no próximo post tem dica pra quem gosta de ficar conectado quando está viajando e não quer, e nem deve, gastar seu planos de dados em Roaming.

Inté mais minha gente…beijos!!

Summary
Review Date
Reviewed Item
Dica de Hotel em Roma
Author Rating
5

Trackbacks para esse Post

  1. Como usar a internet em Roma pagando menos - Saiba como fizemos e economizamos preciosos euros! - Diz Aí Gi
  2. 12 Lugares para visitar em Roma em apenas 1 dia + 1 dica Especial - Diz Aí Gi
  3. Hotel em Nápoles - A Minha Dica é... - Diz Aí Gi